Fórum Cabovisão

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Autor Mensagem
 Assunto da Mensagem: NEUTRALIDADE NA INTERNET (Uma discussão nula em Portugal!)
MensagemEnviado: 14 Out 2010 11:00 
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Este vídeo explica (em Inglês e de forma simples) basicamente os perigos/riscos/consequências) de não haver Neutralidade na Internet, no que toca ao tráfego efectuado. E envolve a questão da tal Prioritização de Tráfego, já aqui mencionada no Fórum.

Isto aplica-se a sites, empresas, motores de busca, ISP's, carriers, etc.

Enquanto isto é uma matéria que lá fora (principalmente nos Estados Unidos) se discute de forma acessa e está a levar à criação de grandes lobbies e campanhas de descredibilização da Neutralidade na Internet, só no passado dia 06 de Outubro a ANACOM organizou a 4ª Conferência Internacional da ANACOM sobre Net Neutrality.

Aínda assim, apesar de gratuitamente aberta ao público, nula foi a publicitação da mesma. Nulas foram as notícias acerca da mesma, que antes, quer durante, quer depois da sua realização.

Para que se possa, também aqui no Fórum, debater a Neutralidade na Internet, ficam algumas informações acerca da Conferência.

CONFERÊNCIA ANACOM
Citar:
Decorreu a 6 de Outubro, no Grande Auditório da Culturgest, na sede da Caixa Geral de Depósitos, em Lisboa, a quarta conferência internacional da ANACOM, sobre Net Neutrality - regulação de redes e regulação de conteúdos.

Esta conferência visou a promoção do debate entre as partes envolvidas sobre as diversas matérias relacionadas com a neutralidade da rede, conceito associado quer ao comportamento dos operadores de redes face aos diversos tipos de protocolos, aplicações e conteúdos, assim como ao acesso por parte dos utilizadores da Internet aos serviços e aplicações a que recorrem.

A conferência debateu, numa perspectiva regulatória, de mercado e do consumidor, alguns dos desafios que as entidades reguladoras enfrentam, nomeadamente, gestão do tráfego e priorização de serviços, transparência da informação e defesa do consumidor, intervenção regulatória ex-post e ex-ante, papel do Organismo de Reguladores Europeus das Comunicações Electrónicas (ORECE/BEREC) e da Comissão Europeia.

Essa página da ANACOM tem também os PDF's das várias intervenções na Conferência.

Um documento que fica aqui desde já disponível é um documento da própria ANACOM, sobre A Net Neutrality no Novo Quadro Regulamentar para as Comunicações Electrónicas.

Fica aqui a intervenção do Ministro da Tutela, na Conferência da ANACOM, já que o link no site da ANACOM está quebrado.
INTERVENÇÃO DO MINISTRO
Citar:
Intervenção do Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações na conferência internacional anual do ICP-Anacom «Neutralidade de Rede», em Lisboa

(Só faz fé a versão proferida)

Senhor Presidente do Conselho de Administração do ICP-Anacom
Senhor Professor Marvin Ammori da Universidade de Nebraska
Senhoras e Senhores,

Queria começar por saudar o ICP-Anacom por esta feliz iniciativa. O tema da Neutralidade de Rede é indiscutivelmente um tema de fundamental importância para o futuro da Internet ao qual a maior parte dos países europeus estão a dedicar uma enorme atenção, e Portugal não é excepção. Um debate profundo e alargado sobre este tema em Portugal, como aquele que decorrerá aqui hoje, constituirá sem dúvida um contributo útil para a melhor resolução das complexas questões que a garantia de uma Internet aberta suscita nos dias de hoje.

Queria aqui afirmar claramente que a garantia de uma Internet aberta não pode deixar de ser vista como um imperativo político. Porque é dessa abertura que depende o exercício de um sem número de direitos, incluindo direitos de cidadania e de acesso a serviços públicos. Porque a Internet é cada vez mais central na vida dos cidadãos e dos agentes económicos, enquanto plataforma de acesso a informação e a conhecimento, e esse acesso tem de ser democrático e beneficiar de condições de igualdade. Porque o seu poder transformador da sociedade é enorme como é enorme o seu papel na promoção da economia digital e da inovação continua. Porque, enfim, não podemos permitir que haja uma Internet dos ricos e uma Internet dos pobres.

Não quer isto dizer que não se deva reconhecer a capacidade de os operadores gerirem adequadamente as suas redes, prevenindo nomeadamente os congestionamentos motivados pela procura crescente de conteúdos, sobretudo de conteúdos muito exigentes em termos de capacidade, como os conteúdos vídeo. O facto de as previsões mais recentes apontarem para um crescimento exponencial do tráfego vídeo – 10 vezes até 2014! – demonstra, de forma inequívoca, a necessidade de os operadores gerirem adequadamente o tráfego nas suas redes fixas e móveis.

Há por outro lado também que reconhecer aos operadores o direito de desenvolverem os seus modelos de negócio, oferecendo serviços específicos e com uma qualidade que visa responder às necessidades de certos consumidores, com necessidades mais exigentes. Se esses modelos de negócio lhes forem negados, estar-se-á a coarctar a possibilidade de acederem a novas formas de financiamento que lhes permitam realizar os investimentos que são necessários para garantirem a evolução das suas redes. Por outro lado, a diferenciação é um factor importante para o desenvolvimento da concorrência e para a promoção da inovação. Ora, concorrência e inovação são factores fundamentais quando falamos de Internet aberta.

Acredito de facto que só um mercado concorrencial proporcionará livre escolha aos consumidores e garantirá que a Internet se mantenha acessível a todos. E conheço o poder transformador da inovação.

Uma coisa porém tomo como certa – nenhuma gestão de tráfego, nenhuma diferenciação da oferta, nenhuma prioritização de tráfego será legítima se o consumidor não tiver acesso a informação transparente e efectiva sobre as ofertas dos operadores e sobre as condições em que o serviço de acesso à Internet lhe é prestado. Transparência é assim a palavra de ordem nesta matéria.

Sossega-me saber que, se os operadores não souberem estar à altura dos desafios que a manutenção de uma Internet aberta actualmente nos coloca, o regulador poderá sempre intervir, quer adoptando medidas preventivas, quer punindo práticas anti-concorrenciais, quer ainda, como medida de último recurso, impondo níveis mínimos de qualidade de serviço que garantam a existência de uma Internet aberta e interoperável. E estas são funções que o ICP-Anacom certamente não deixará de cumprir, em coordenação com as demais entidades reguladoras europeias.

Acredito porém que, pelo menos para já – e espero que no futuro! – não haverá necessidade de intervir tão fortemente, bastando acompanhar de perto novas práticas e novos modelos de negócio.

Essa convicção decorre de múltiplos factores e, em especial, do enorme contributo que as Redes de Nova Geração poderão dar para este debate ou, por outras palavras, por tudo aquilo que as Redes de Nova Geração poderão fazer por uma Internet verdadeiramente neutra e aberta, permitindo assim uma aproximação flexível ao tema da Neutralidade de Rede.

Ora, Portugal não pode senão orgulhar-se dos passos que tem dado em matéria de Redes de Nova Geração. Desde que, em Janeiro de 2009, o Governo celebrou um Protocolo com os operadores tendo em vista o desenvolvimento destas redes ultra-rápidas, mais de um milhão e meio de clientes foram ligados a Redes de Nova Geração, colocando Portugal na linha da frente da União Europeia em termos de número de acessos. Portugal dispõe também, reconhecidamente, da mais avançada legislação em termos de remoção de barreiras horizontais e verticais à instalação de redes de nova geração E Portugal foi também o primeiro país a regular o acesso às condutas do operador histórico, medida hoje absolutamente essencial para o desenvolvimento deste tipo de redes.

O nosso País aposta hoje, muito fortemente, na expansão de Redes de Nova Geração. O Governo sabe que os operadores não dispõem de incentivos a realizar este tipo de investimentos, por natureza muito vultuosos e de elevado risco, em zonas de fraca densidade populacional. O Governo também sabe quanto esta realidade pode contribuir para acentuar a chamada «fractura digital», pondo em causa a necessária coesão territorial de Portugal.

Por isso, o Governo decidiu promover a modernização das infra-estruturas de comunicações electrónicas em todo o território e, em especial, apoiar o desenvolvimento de Redes de Nova Geração em zonas rurais, através da disponibilização de fundos públicos para a instalação destas redes em 198 concelhos do Continente, dos Açores e da Madeira. Trata-se de redes abertas; às quais poderão aceder, em condições de igualdade, todos os operadores, sem excepção.

Com esta combinação de investimento público e privado, até 2012 Portugal terá o seu território totalmente coberto por Redes de Nova Geração, contribuindo, assim, para que todos os cidadãos portugueses tenham a possibilidade de aceder a serviços profundamente inovadores, nomeadamente em áreas fundamentais do exercício da cidadania, como a saúde, a educação, a justiça, a segurança. Tudo isto com um impacto cultural, social e económico sem precedentes.

Para além do seu impacto quantitativo muito positivo, as Redes de Nova Geração contribuem para responder a alguns dos grandes desafios do nosso tempo e contêm em si a promessa de uma sociedade portuguesa mais inclusiva, mais justa, mais inovadora e com maior qualidade de vida. Uma sociedade mais inclusiva onde todos têm acesso aos serviços e cuidados de que necessitam – incluindo cuidados de saúde – independentemente do local onde vivem. Uma sociedade mais justa, não só em resultado de um melhor funcionamento das funções soberanas do Estado em domínios como a justiça, a saúde e a segurança, mas também na redução das assimetrias entre regiões e na abertura de espaços de oportunidade para a inovação nos negócios e na organização social. Uma sociedade com maior qualidade de vida, na qual a tecnologia e a inovação servem a cidadania e permitem aumentar o controlo dos cidadãos e dos trabalhadores sobre o seu tempo e onde há mais opções de ocupação de tempo livre tanto do ponto de vista de entretenimento como da inovação social.

O potencial que se abre é ilimitado, e queremos remover todas as barreiras à inovação, ao empreendedorismo e à rápida disseminação do acesso a estas novas redes.

Assegurar a Portugal uma posição de liderança, e transformar essa liderança numa plataforma de criação de novos negócios, de exportação de conhecimento e serviços de elevado valor acrescentado, e de atracção de investimento é uma tarefa e uma responsabilidade de todos nós.

Finalizo salientando quanto o sector das telecomunicações se transformou em Portugal nos últimos dez anos, desde que terminaram, portanto, todos os direitos exclusivos. Portugal é hoje um mercado totalmente liberalizado, fortemente competitivo e pujante. Esta pujança traduz-se em indicadores de excelência de que temos de nos orgulhar:

A penetração de telefones móveis atinge os 150%, uma das mais elevadas do mundo, o que ilustra a receptividade da sociedade Portuguesa na adopção de novas tecnologias,
Nenhum outro país europeu tem uma maior percentagem de clientes em acesso directo a operadores alternativos ao operador histórico, o que evidencia o grau de concorrencialidade atingido no nosso país,
Portugal é o segundo país no ranking da União Europeia em termos de penetração de banda larga móvel,
As receitas do sector das telecomunicações representam perto de 5% do PIB nacional, um dos rácios mais elevados a nível da União Europeia,
Portugal é um dos países europeus com um maior número de acessos a Redes de Nova Geração.
Mas não baixamos os braços perante os bons resultados que temos atingido. Temos os olhos postos no futuro.

E sabemos que é o futuro que será debatido aqui hoje. De uma Internet que todos queremos neutra, aberta, democrática e inclusiva.

Desejo a todo um debate dinâmico e proveitoso sobre este tema tão actual.


Eis o que diz a Claranet sobre a sua Prioritização de Tráfego:
Citar:
MPLS
MPLS ou Multi Protocol Label Switching é um serviço ideal para ligar escritórios que estão dispersos pelo Mundo e para aplicações variadas. O serviço MPLS da Claranet chama-se VPN:ng, Virtual Private Network: Next Generation.

A rede MPLS da Claranet incorpora mecanismos de Qualidade de Serviço (QoS) e Engenharia de Tráfego, incluídos de base na arquitectura da rede. Estes requisitos garantem que as suas aplicações críticas recebem os recursos que necessitam para prioritizar diferentes tipos de pacotes de dados, de acordo com a importância da velocidade de entrega. Por exemplo, aplicações em tempo real como o vídeo conferência ganham prioridade sobre o tráfego de email, assegurando ao utilizador uma óptima qualidade e latência reduzida na transmissão de vídeo ou dados.

A Claranet trabalha consigo em todos as etapas, desde o desenho, implementação, testes, gestão e alterações. A vantagem da Claranet é a sua experiência e persistente foco na satisfação do Cliente.

Ora, MPLS também é usado nas redes FTTH da Sonae.com e Vodafone.
No Meo também é, mas o cliente passa também pelo BBRAS do ADSL Meo, Sapo, Telepac.

Mas aí têm um exemplo claro do que pode ser feito com Prioritização de Tráfego. Se aplicarmos o conceito a um carrier... A conclusão do que é possível fazer é óbvia e é precisamente um dos perigos da Não Neutralidade na Internet!

Participem e dêem a vossa opinião!

Como Consumidores e Clientes que TODOS nós somos, temos o direito e o dever de nos pronunciarmos a respeito!


Não tem Permissão para ver os Ficheiros anexados nesta Mensagem.



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 Assunto da Mensagem: Re: NEUTRALIDADE NA INTERNET (Uma discussão nula em Portugal
MensagemEnviado: 15 Out 2010 09:22 
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Mais uma achega:

Citar:
A Vodafone considera que as conclusões divulgadas ontem(03-08-2010) pela Zon, com base nas estimativas do portal Netindex, "são erróneas e sem qualquer correspondência com a realidade do mercado".
Vodafone rejeita estudo que diz que Zon é a mais rápida do mercado
Em comunicado, a operadora questiona a credibilidade das estimativas do Netindex que alegam que a Zon é a operadora mais rápida do mercado português: "O site utilizado pela Zon para extrair as referidas conclusões (...) agrega medições individuais das velocidades de ligação à Internet dos utilizadores sem qualquer metodologia, critério de comparabilidade ou análise crítica dos resultados obtidos. Trata-se de um repositório de medições individuais que aceita um número ilimitado de testes por um mesmo utilizador, não faz qualquer distinção entre acessos de banda larga móvel ou fixa e utiliza apenas dois servidores em Portugal, um dos quais pertencente à Zon".

A Vodafone acrescenta ainda que os dois servidores usados para os testes aos operadores portugueses não são controlados pelo Netindex e permitem diferenças significativas de desempenho de "dezenas de Mbps", sendo que cada servidor pode apresentar diferentes valores ao longo do dia.

"Este aspecto pode ser comprovado facilmente por qualquer utilizador que visite o site", defende a operadora móvel.
O ranking do Netindex não discrimina a velocidade contratada pelo cliente as tecnologias usadas pelos operadores (móvel fixa, cabo ou DSL) e por isso a Vodafone rejeita os testes como elucidativos da experiência dos utilizadores de Internet em Portugal.

"Os dados relativos à Vodafone Portugal representam uma mistura de acessos via Móvel, fixo ADSL e de Fibra. O que, naturalmente, não corresponde à experiência de nenhum Cliente da Vodafone", defende o comunicado da operadora.

A Vodafone conclui a missiva recomendando a consulta dos relatórios anuais da Anacom.

O Netindex.com presenta um ranking dos operadores mais rápidos de vários países, com base num repositório de dados obtidos através de testes realizados no site Speedtest.net. O serviço pertence à empresa Ookla.

Fonte: Exame informática

Repare-se no que é destacado dentro da citação...

Há, ou não Neutralidade? Quem controla o tráfego e o servidor, pode ou não pode intencionalmente beneficiar a si próprio ou outrém, em prejuízo de outros?

Depois, outra coisa errónea, os resultados so SpeedTest, que como já foi aqui comprovado taxativamente, não são fiáveis!

Estudo com pressupostos errados, dados falseados, condicionantes diferentes... Nula credibilidade! Não se pode se não dar absoluta razão à Vodafone ensta matéria.

Mas o essencial aqui nem é isso, é a questão da Neutralidade em si. Existe ou não existe?



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 Assunto da Mensagem: Re: NEUTRALIDADE NA INTERNET (Uma discussão nula em Portugal
MensagemEnviado: 10 Nov 2010 16:38 

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Isto é só uma achega do que está acontecer realmente! Isto deveria ser sim admitido publicamente e os orgãos de comunicação social divulgarem mesmo mais, para que nós utilizadores revoltados, fizessemos algo mais para isto não se desertificar mais.

Quando
A par disto pode-se também ver o que o Governo chinês já fez quanto ao acesso Internet e mesmo nos jogos Olimpicos deu para ver a política aplicada na Internet que muito veio falado na TV.

O video é muito elucidativo e realço estas duas imagens captadas que elucidam mesmo o que acontece:
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 Assunto da Mensagem: Re: NEUTRALIDADE NA INTERNET (Uma discussão nula em Portugal
MensagemEnviado: 10 Nov 2010 17:22 

Registado: 16 Fev 2010 12:15
Mensagens: 5
Parametros Arris NET 10Mbps! =/
--------------------------------------------

Citar:
Common CM Config Parameters

NetworkAccess = Yes
UpgradeServer = 10.0.0.xxx
MaxCpeAllowed = 2
MaxClassifiers = 20
PrivacyEnable = 1
SnmpMib = docsDevSwAdminStatus.0 2
SnmpMib = ppCfgMtaCallpFeatureSwitch.0 0x26548
UpstreamServiceFlow =
SfReference = 0
# SfId = 425 -- assigned by CMTS, correlates to PcSfId
SfClassName = "residualup"
SfQosSetType = 7
SfTrafficPriority = 7
SfMaxTrafficRate = 128000
SfMaxTrafficBurst = 1522
SfMinReservedRate = 0
SfMinReservedRatePktsize = 0
SfActiveQosTimeout = 0
SfAdmittedQosTimeout = 200
SfMaxConcatBurst = 1522
SfSchedulingType = 2
SfRqTxPolicy = 0
DownstreamServiceFlow =
SfReference = 2
# SfId = 426 -- assigned by CMTS, correlates to PcSfId
SfClassName = "residualdown"
SfQosSetType = 7
SfTrafficPriority = 7
SfMaxTrafficRate = 128000
SfMaxTrafficBurst = 1522
SfMinReservedRate = 0
SfMinReservedRatePktsize = 0
SfActiveQosTimeout = 0
SfAdmittedQosTimeout = 200
UpstreamServiceFlow =
SfReference = 1
# SfId = 1906 -- assigned by CMTS, correlates to PcSfId
SfClassName = "internetup"
SfQosSetType = 7
SfTrafficPriority = 1
SfMaxTrafficRate = 512000
SfMaxTrafficBurst = 3044
SfMinReservedRate = 0
SfMinReservedRatePktsize = 0
SfActiveQosTimeout = 0
SfAdmittedQosTimeout = 200
SfMaxConcatBurst = 1522
SfSchedulingType = 2
SfRqTxPolicy = 0
DownstreamServiceFlow =
SfReference = 3
# SfId = 24837 -- assigned by CMTS, correlates to PcSfId
SfClassName = "internetdown"
SfQosSetType = 7
SfTrafficPriority = 0
SfMaxTrafficRate = 10240000
SfMaxTrafficBurst = 3044
SfMinReservedRate = 0
SfMinReservedRatePktsize = 0
SfActiveQosTimeout = 0
SfAdmittedQosTimeout = 200
UpstreamPacketClassification =
PcServiceFlow = 1906
PcIdentifier = 1
PcRulePriority = 0
PcActivationState = 1
PcIpClassification =
PcIpProtocol = 256
PcIpSourcePortStart = 0
PcIpSourcePortEnd = 65535
UpstreamPacketClassification =
PcServiceFlow = 1906
PcIdentifier = 2
PcRulePriority = 0
PcActivationState = 1
PcIpClassification =
PcIpProtocol = 256
PcIpSourcePortStart = 0
PcIpSourcePortEnd = 65535
UpstreamPacketClassification =
PcServiceFlow = 1906
PcIdentifier = 3
PcRulePriority = 0
PcActivationState = 1
PcIpClassification =
PcIpProtocol = 256
PcIpSourcePortStart = 0
PcIpSourcePortEnd = 65535
DownstreamPacketClassification =
PcServiceFlow = 24837
PcIdentifier = 4
PcRulePriority = 0
PcActivationState = 1
PcIpClassification =
PcIpProtocol = 256
PcIpDestPortStart = 0
PcIpDestPortEnd = 65535
DownstreamPacketClassification =
PcServiceFlow = 24837
PcIdentifier = 5
PcRulePriority = 0
PcActivationState = 1
PcIpClassification =
PcIpProtocol = 256
PcIpDestPortStart = 0
PcIpDestPortEnd = 65535
DownstreamPacketClassification =
PcServiceFlow = 24837
PcIdentifier = 6
PcRulePriority = 0
PcActivationState = 1
PcIpClassification =
PcIpProtocol = 256
PcIpDestPortStart = 0
PcIpDestPortEnd = 65535
# # Note: Items assigned by CMTS are not included in the config file.# PcSfId maps to Instance of docsQosServiceFlowTable.#

Common MTA Config Parameters

#
# DHCP Parameters -- not included in the config file
#SnmpMib = pktcMtaDevFQDN.0 xxxxxxxxxxxxx.voip.cabovisao.pt
#SnmpMib = pktcMtaDevSnmpEntity.0 xxxxxxxx.cabovisao.pt
#
# MTA Parameters
SnmpMib = pktcMtaDevEnabled.0 1
SnmpMib = pktcSigDefCallSigTos.0 0
SnmpMib = pktcSigDefMediaStreamTos.0 0
SnmpMib = pktcSigTosFormatSelector.0 1
SnmpMib = ppCfgMtaCountryTemplate.0 10
SnmpMib = ppCfgMtaCableTvEnable.0 1
SnmpMib = ppCfgMtaDataInterface.0 1
#
# Line 9 Parameters
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigStatus.9 1
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigCallAgentId.9 xxxxx.CABOVISAO.PT
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigCallAgentUdpPort.9 2427
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigPartialDialTO.9 16
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigCriticalDialTO.9 4
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigBusyToneTO.9 30
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigDialToneTO.9 16
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigMessageWaitingTO.9 16
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigOffHookWarnToneTO.9 0
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigRingingTO.9 180
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigRingBackTO.9 180
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigReorderToneTO.9 30
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigStutterDialToneTO.9 16
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigTSMax.9 20
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigMax1.9 5
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigMax1QEnable.9 1
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigMax2.9 7
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigMax2QEnable.9 1
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigMWD.9 5
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigTdinit.9 15
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigTdmin.9 15
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigTdmax.9 600
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigRtoMax.9 4
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigRtoInit.9 200
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigLongDurationKeepAlive.9 60
SnmpMib = pktcNcsEndPntConfigThist.9 30
#
SnmpMib = ppCfgPortLocUserIndication.1 1
SnmpMib = ppCfgPortLoopCurrent.1 1
SnmpMib = ppCfgPortTxGainControl.1 0
SnmpMib = ppCfgPortRxGainControl.1 0
#
# Line 10 Parameters
#
SnmpMib = ppCfgPortLocUserIndication.2 1
SnmpMib = ppCfgPortLoopCurrent.2 1
SnmpMib = ppCfgPortTxGainControl.2 0
SnmpMib = ppCfgPortRxGainControl.2 0


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 Assunto da Mensagem: Re: NEUTRALIDADE NA INTERNET (Uma discussão nula em Portugal
MensagemEnviado: 10 Nov 2010 19:27 
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Isto é só uma achega do que está acontecer realmente! Isto deveria ser sim admitido publicamente e os orgãos de comunicação social divulgarem mesmo mais, para que nós utilizadores revoltados, fizessemos algo mais para isto não se desertificar mais.

Quando
A par disto pode-se também ver o que o Governo chinês já fez quanto ao acesso Internet e mesmo nos jogos Olimpicos deu para ver a política aplicada na Internet que muito veio falado na TV.

O video é muito elucidativo e realço estas duas imagens captadas que elucidam mesmo o que acontece:
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Mas a China e os países Árabes/Islâmicos toda a gente sabe que eles filtram tudo e mais alguma e simplesmente banem o que é acesso a sites/servidores/destinos daquilo que eles não gostam.

Não é à toa que se usam lá mais proxies que no resto do Mundo somado.

União Europeia, Governo Português e ANACOM já disseram que a Neutralidade na Internet é para ser assegurada e será Regulada e Regulamentada.

Agora vamos ver é quando e até quando é que a Prioritização de Tráfego em certos carriers vai reinar...



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